Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil

Enviada em 24/10/2024

De acordo com a música “Anti Hero” da cantora norte americana Taylor Swift, é deposta uma autocrítica revelando as suas lutas internas e assim demonstrando, que muitas vezes o homem pode ser o seu próprio inimigo. De forma análoga, é evidente que a população brasileira encara - principalmente a geração mais jovem - encara entraves no combate ao suicidio na atualidade. Nesse contexto, é necessário a aplicação de medidas de intervenção com o fito de combater a má influência midiática e a negligência governamental.

Diante desse cenário, em primeiro plano, é preciso depor atenção aos malefícios impostos dentro das redes sociais, como padrões irreais e a normalização de ações autodestrutivas, logo, essa conjuntura leva o homem a um estado mais profundo de tristeza emocional. Acerca disso, essa conjuntura enraíza a lógica deposta do autocídio e a padronização do sofrimento emocional. Dessa forma, para que possua algum tipo de mudança, é necessário uma maior intervenção sobre a mídia para que tais pensamentos parem de se desenvolver.

Além disso, como mencionado posteriormente, a inércia governamental direcionada ao tecido social, por parte, que luta diariamente com tais importunidades é alarmante,o que também não cumpre com o previsto na Carta Magna, visto que a falta de investimento no bem estar coletivo causa dificuldades no âmbito profissional e social, podendo afetar mais do que apenas um, mas vários em resultado da apatia e a falta de comprometimento com a população verde amarela.

Torna-se evidente, portanto, a urgência de superar tais problemáticas abordadas pelo combate ao suicidio nos dias atuais. Para isso, o órgão estatal - no exercício do seu papel de cuidar e previnir uma melhor qualidade de vida a sociedade - deve deve prover apoio psicológico e financeiro, por meio de investimentos e pelo engrossamento exercitado pelas leis. Tais atitudes se resultariam tanto em uma melhora no ambiente social que coexistem, quanto em uma evolução na saúde mental dos indivíduos que são alvo de tal questão. Levando assim a crer em uma melhoria na prevenção do suicidio no território brasileiro.