Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil
Enviada em 24/10/2024
No Brasil, o movimento “Setembro Amarelo”, criado em 2015, visa conscientizar a população sobre a precaução contra o suicídio. Nesse sentido, discutir os desafios para a prevenção ao suicídio é essencial para fortalecer ações preventivas e ampliar o diálogo social, possibilitando a construção de uma sociedade mais acolhedora e informada. Contudo, apesar dos avanços, a conscientização sobre o tema enfrenta obstáculos significativos, como o tabu social e falta de apoio governamental.
Sob esse viés, é nítido como a conduta social é um fator agravante da problemática. A esse respeito, o filme “13 Reasons Why” retrata a história de uma jovem com depressão e o bullying nas escolas levam ao suicídio. Nesse sentido, fica claro como a falta de atenção acerca das doenças mentais é prejudicial para o bem-estar dos indivíduos, uma vez que podem levar à morte. Portanto, o empecilho precisa ser combatido.
É lícito postular, em segundo lugar, que a inoperância estatal é um fator preponderante para a permanência da problemática. Nessa perspectiva, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a crescente carga global de doenças mentais representa um dos maiores desafios para a saúde pública no século XXI. Nesse contexto, é fundamental investir em pesquisas científicas e em programas de prevenção e tratamento, a fim de garantir o bem-estar da população. Portanto, é imprescindível a resolução do impasse.
Diante dos fatores supracitados, medidas devem ser tomadas para resolver tal impasse. Para isso, o Ministério da Saúde - responsável por assegurar políticas públicas na área da saúde - deve promover campanhas educativas, por meio de palestras com os estudantes, a fim de conscientizar os jovens a respeito da importância de cuidar da saúde mental. Além disso, o Ministério da Saúde deve investir em estudos neurológicos. Somente dessa maneira, as taxas de autoextermínio serão diminuídas.