Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil

Enviada em 23/01/2025

É indubitável que, em pleno século XXI, no Brasil, não há conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no setembro amarelo e demais meses. Logo, é por isso que o problema ocorre: ora pelo silenciamento midiático, com inefici

entes e poucas campanhas, ora pela ineficacia da escola, que deveria ensinar e conscientizar de forma eficaz. Assim, analisar esses pontos é condição “sine qua non” para vencer os desafios decorrentes do problema.

Em primeiro plano, é válido salientar que a promoção do direito à saúde mental é garantido pela Constituição Federal de 1988, mas o que se é evidenciado é a baixa conscientização por aqueles que sofrem, bem como para aqueles que estão ao seu redor para promover o direito. É dessa forma, por exemplo, que o cantor do Linkin Park - Chester -, poderia ter sua morte evitada se alguém de sua família ou amigos detectassem o problema e encaminhassem o mesmo para algum centro de atenção psicossocial.

Ademais, é imperioso que a escola e a mídia, em conjunto, promovam a conscientização não só no setembro amarelo, mas em todo o ano. Outrossim, uma vez conscientizadas, as pessoas podem ter condutas como “perguntar se está tudo bem” e se o enfermo sente vontade de se suicidar. Além disso, as pessoas pode desmistificar preconceitos como “só os depressivos se matam” ou “quando uma pessoa tenta o suicidio, tenta sempre”, segundo o “Globo G1”. Logo, são esses tipos de raciocínios que, uma vez divulgados no setembro amarelo e demais meses, ajudam a reduzir os casos de suicídios a auxiliam na prevenção.

Portanto, infere-se que, em pleno século XXI, no Brasil, há desafios para a conscientização social sobre a prevenção ao suicídio. Destarte, urge que o Ministério da Saúde difunda campanhas midiáticas, principalmente no setembro amarelo, em plataformas como “Youtube” e na televisão, alertando sobre como detectar o problema, desmistificando preconceitos e alertando para a pessoa que sofre sobre padrões de comportamentos e pensamentos para evitar o problema.

Urge, também, que as escolas, como órgãos de socialização, promovam maior conscientização, por palestras e debates que rompam preconceitos e promovam saúde mental para os futuros adultos. Dessa forma, o problema será resolvido.