Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil

Enviada em 09/03/2025

A Constituição Federal de 1988 — norma de maior hierarquia jurídica brasileira — garante, em seu artigo 6°, o direito a segurança perante problemas psicológicos. Não obstante, a Carta Magna é desrespeitada haja vista que há um desafio para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil. Isso ocorre, devido à negligência do Estado e devido à desinformação da população.

Diante do exposto, a negligência do governo ratifica no aumeto de casos de suicídio no Brasil. Sob tal viés, esse cenário calamitoso é contra os ideais do filósofo Jonh Locke, o qual afirma em sua obra " Contrato Social " que, o Estado deve garantir o direito à segurança perante problemas psicológicos e tentativas de suicídio. Contudo, não é efetivado uma vez que o Estado não investe na melhoria de programas contra o suicídio — tais como aumento de programas contra o suicídio, aumento do investimento em propaganda demonstrando os programas — Desse modo, graças a negligência estatal há mais pessoas cometendo suicídio.

Outrossim, a desinformação da população acarreta na persistência de tabus no processo da procura de um especialista. Com base nisso, prova cabal é que de acordo com a plataforma de notícias G1, mais de 60% da população evita procurar psicológos para se tratar por preconceito ou medo de serem julgadas. Sob tal ótica, este cenário caótico é contra os ideais propostos pelo cientista Francis Bacon, no qual afirma que, em sua obra " Saber é Poder “, a população ao não influenciar a procura de profissional, perde o " poder " de reduzir a quantidade de suicídios que ocorrem no Brasil e auxiliar as pessoas para se tratarem e evitar o suicídio.

Portanto, dianto da negligência do governo e da desinformação da população, nota-se o por que há desafios para conscientização da prevenção ao suicídio no Brasil. Logo, o Estado deve criar campanhas informativas sobre a importância do comabte ao suicídio, por meio da contratação de atores e influenciadores digitais, a fim de alcançar o maior público possível, gerando maior conscientização acerca da prevenção ao suicídio, ocasionando uma sociedade mais consciente. Ademais, é preciso que a mídia implemente na sua grade de programação debates com especialistas , acerca da participação na prevenção do suicídio no Brasil. Dessa forma, a Constituição Cidadã será respeitada.