Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil
Enviada em 26/04/2025
Durante o século XIX, na segunda geração do Romantismo, a busca pela morte era um contexto bastante enfatizado, exaltando a fuga da realidade. Assim como no período Ultrarromântico, ainda nos dias atuais há desafios para o seu combate, e conscientização social a favor da vida, principalmente no contexto brasileiro. Ainda que presentes a atualidade, essas enfermidades contam com desafios para a conscientização para prevenção, visto que a sociedade está cada vez mais doente e a falta de políticas públicas dificultam ainda mais o combate de enfermidade social.
Primeiramente, vale destacar que a sociedade está adoecendo cada vez mais, doenças neurológicas e psicológicas se fazem mais comuns no meio social, e o suicídio acaba se torna uma solução permanente para um problema temporário. Para o escritor Augusto Cury, uma pessoa ao pensar em suicídio, quer matar a dor, mas nunca a vida. Uma vez que isso está marcado na história há séculos, aos poucos estudos científicos avançam em busca da cura dessa problemática, apesar do crescimento análogo de doenças como depressão e ansiedade, que agravam ainda mais o pensamento de tirar a própria vida, algo que esteve ainda mais presente durante e após a pandemia do COVID-19, devido o distanciamento social.
Ademais, a ausência de políticas públicas e agravamento da desigualdade social acentua ainda mais o combate e conscientização de prevenção ao suicídio. Na dramaturgia “DOM”, que retrata a trajetória do assaltante de domicílios Pedro Dom, mostra a dificuldade da população periférica de ascender economicamente, afetando na vida de tantas pessoas, e até mesmo em seu emocional. A negligência governamental se faz ainda mais presente nesses locais, em que a falta de verbas na saúde, principalmente em contexto psicológico, impactam no futuro e presente delas, provocando e intensificando transtornos mentais.
Portanto, visto o quão importante o combate de doenças mentais e a prática de ações governamentais para o incentivo da vida. Logo, cabe ao Ministério da Saúde disponibilizar profissionais capacitados nas comunidades para essa luta sem fim, e ao Ministério da Educação, por meio de palestras para a mobilização social. Visando a sensibilização social para essa problemática tão frequente no Estado brasileiro, que afeta tantas famílias até os dias atuais, superando esses desafios.