Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 27/11/2020

Em 2019, a síndrome de Burnout foi incluída na classificação internacional de doenças da Organização Mundial da Saúde. Ligada ao esgotamento físico e mental devido à profissão, a síndrome de Burnout acomete milhões de brasileiros e causa perdas inestimáveis ​​para a economia do Brasil.

É necessário destacar, desse modo, que, devido à rotina profissional conturbada, milhões de brasileiros são acometidos pela síndrome de Burnout. Conforme dados da International Stress Management Association, 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com essa síndrome. Ao seguir essa linha de raciocínio, conclui-se que quase um em cada três trabalhadores brasileiros sofrem com o esgotamento profissional e tem sua qualidade de vida afetada pela síndrome de Burnout.

É importante considerar, também, que, por conta do grande número de trabalhadores afetados, a síndrome de Burnout causa grandes perdas econômicas para o país. De acordo com a International Stress Management Association, a diminuição da produtividade causada pela exaustão gera um prejuízo de 3,5% ao produto interno bruto (PIB) do Brasil. Dessa maneira, é possível perceber que a erradicação da síndrome de Burnout é necessária para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e também para o desenvolvimento econômico do Brasil.

Fica claro, portanto, que a síndrome de Burnout leva milhões de brasileiros a um estado de excessivo cansaço físico e mental e causa prejuízos bilionários aos cofres brasileiros. Desse modo, cabe às empresas privadas e estatais promover reformas em suas estruturas físicas e administrativas que tornem o ambientes de trabalho mais confortáveis, com áreas de recreação e com menos cobranças em seus funcionários, a fim de garantir qualidade de vida aos seus colaboradores e evitar grandes perdas econômicas para as empresas e para o país.