Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 26/09/2020

Desde a primeira revolução industrial, o trabalho, como principal fonte de economia, se transformou completamente. Passando de um emprego familiar e altamente complexo, onde seu produtor conhece todos seus processos, para uma alta mecanização, especificidade do empregado e o mais importante, a necessidade de uma produção cada vez maior, a fim de obter mais lucro. É nesse contexto, altamente competitivo e veloz que a sociedade se encontra, entretanto, essas exigências tem levado a um esgotamento físico e mental ligado à vida profissional, isto é, a Síndrome de Burnout, a qual tem crescido no ambiente do ofício e precisa ser discutida para evitar novos enfermos.

Vale, de início, ressaltar que o capitalismo seja uma das causas do problema. É notório que nenhum sistema econômico é perfeito, mas quando tratado o vigente é possível observas vários mecanismos que prejudicam a saúde do empregado. Nessa conjuntura, o lucro é o grande vilão. Não que seja errado ansiar melhores posições ou maiores salários, contudo uma coisa é fato: tanto o empregador, quando obriga a produzir em maior número, quanto o trabalhador, que por sua escolha decide trabalhar mais, estão causando o Burnout. Essas pessoas põe o trabalho como centro de sua vida, o que acaba causado estresse, fadiga e outros sintomas.

Além disso, é imprescindível o diálogo acercas das consequências desse modo de vida. A existência centrada no trabalho, impede a demanda tempo e esforço para si. O indivíduo não se diverte com a família, faz um passeio ou um esporte. Todavia, essa falta de descanso vai muito além, pois há pessoas que comem enquanto trabalham, ficam mais de um expediente e isso acaba levando à ansiedade e depressão. Pitágoras afirma algo que se pode usar em tal situação, " com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feitos", ou seja, a nação deve organizar seu dia para que ela possa realizar todos suas obrigações e lazeres, onde tudo será bem feito e como moderação.

Portanto, é de grande importância que mudanças aconteçam. Em primeiro, as empresas podem exigir, por meio da perca do emprego, que seus empregados realizem exercício físico, podendo até mesmo construir uma academia no local de trabalho, com a finalidade de que seus empregados se distraírem um pouco. Em segundo, as famílias devem intervir quando o caso estiver grave, por meio do diálogo e da busca do tratamento, a fim de que essas pessoas sejam diagnosticadas e encontrem a solução para seu problema.