Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 06/10/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual é o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problema. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a síndrome de Bounout apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto das empresas e da falta de fiscalização da saúde. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que as empresas deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, as demandas crescentes de lucro, acaba por prejudicar psicologicamente os subalternos, pois os mesmos na ânsia de não puderem seus cargos, cedem aos caprichos empresariais, medida que se sacrificam além do que podem. Analogamente, na música “A fábrica”, Renato Russo melodiou a busca por um lugar onde o mais forte não poderia escravizar quem não tinha chance de escolher outra coisa.
Ademais, é imperativo ressaltar que a falta de fiscalização, como promotor do problema da síndrome de Bournet. Segundo o Dr. Lair Ribeiro, médico renomado brasileiro, o Brasil possui um quadro de fadiga adrenal subclínica, que consiste na perda funcional da glândula adrenal-Ribeiro, médico renomado brasileiro o Brasil possui um quadro de fadiga adrenal responsável pela ação e movimento do corpo e, consequentemente, perda de ânimo e disposição. Assim, torna-se impossível estar no lugar de trabalho.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a síndrome de Burnout, necessita-se, urgentemente que o tribunal de contas da União direcione capital, que por intermédio do Ministério da Saúde, promover junto ás empresas, treinamentos específicos com o corpo de funcionamento, por meio de palestras e atendimento individuais, vissem sobre a integridade mental e física em detrimento do trabalho excessivo, ministrado por especialistas na área, como médicos e psicólogos a fim de instruir a manter a sanidade mental nos tempos hodiernos. Dessa forma garantir-se à uma vida equilibrada em todos os âmbitos.