Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 03/10/2020

A Síndrome de Burnout é a estafa mental e física devido à sobrecarga do trabalho. Nesse viés, a pessoa busca o sucesso profissional em detrimento dos valores pessoais. Também, vale frisar que há uma negligência dos meios midiáticos, tendo em vista que o assunto é pouco abordado.

Primordialmente, consoante com a máxima do filósofo Arthur Schopenhauer: “O maior erro do homem é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem’’, os trabalhadores devem equilibrar a vida profissional com intuito de preservar a saúde mental. Todavia, esse princípio não é seguido por 33 milhões de brasileiros, os quais são afetados pela Síndrome de Burnout, de acordo com a Organização Mundial da Saúde(OMS). Portanto, para a obtenção de sucesso é necessário harmonia entre o lazer e trabalho; não deve haver exagero no labor, principal motivo causador da síndrome.

Outrossim, as pessoas ficam tão ocupadas, que não possuem tempo para realizar atividade física ou se socializar, fatores que evitam o aparecimento da doença. Nessa perspectiva, o exercício físico aumenta os níveis de serotonina, hormônio responsável pela regulação do sono e do bom humor, aspectos fundamentais para um dia produtivo, e a socialização auxilia a enfrentar os impasses do cotidiano no emprego através de experiências adquiridas em interações. Logo, ser fisicamente ativo e se socializar contribuem para uma boa condução da vida profissional.

Destarte, para mitigar esse empecilho, a rede social mais utilizada hodiernamente, ‘‘Instagram’’, deve promover campanhas criativas. Tais formas de conscientização devem expor como o trabalho excessivo  pode ocasionar a Síndrome de Burnout, isso pode ser efetuado por intermédio de acordos com as cidades mais importantes do mundo, por exemplo: Tóquio, Nova Iorque e Pequim. Essas publicidades devem ser expostas em grandes telões nos centros das cidades. Afim de que a sociedade seja mais harmoniosa, seguindo o ideal de Schopenhauer.