Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 05/10/2020

Na Segunda Guerra Mundial as empresas americanas recrutaram mulheres para trabalhar pela falta de mão de obra dos homens, tal adesão resultou em uma nova opção ao mercado de trabalho, mas, juntamente a ela, a exigência também se tornou maior resultando em um maior esgotamento mental, também conhecido como Síndrome de Burnout. Esse problema que se tornou ainda mais frequente no mundo contemporâneo, pois a criação das mídias, além da falta de empatia humana, permitiu a maior difusão deste transtorno.

Em primeira análise, com a Internet 4.0, resultado da 4ª Revolução Industrial, se tornou mais fácil receber qualquer notificação, assim sendo é comum se observar como as empresas cobram de seus funcionários uma maior carga de trabalho e uma maior produção. Tal resultado se demonstra pela grande quantidade de brasileiros com a Síndrome, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Além disso, de acordo com o estudante de Pós-Graduação em Psicologia, João Pinheiro, é extremamente importante a presença de empatia como fator pretetivo desse transtorno. Contudo, ao se observar a grande quantidade da população com sintomas deste transtorno é possível concluir que há, na maioria dos trabalhos, uma falta empática de colegas e superiores, o que gera um aumento do esgotamento físico e mental dos trabalhadores.

Portanto, a mídia associada a falta de empatia humana são fatores cruciais no aumento de casos da Síndrome de Bournout. Tendo em vista esses motivos, empresas devem aderir a um sistema de relaxamento de funcionários, como já se observa na Google, em que é possível ter um clima mais tranquilo para o trabalho, além de empatia, por meio da criação de um espaço para que o funcionário possa descansar e relaxar nas pausas do trabalho, a fim de que haja um estimulo de trabalho, mas também uma menor sobrecarga evitando assim que ocorram problemas mentais e físicos no trabalhador.