Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 06/10/2020

Levantar da cama, ir ao trabalho, voltar para casa, dormir. No dia seguinte, tudo de novo. Essa cena é comum para os sofredores da Síndrome de Burnot, ligada ao excesso de trabalho. Causada principalmente pela competitividade no mercado de trabalho, a doença pode afetar de forma grave o corpo física e psicologicamente.

Com o cenário mundial de desemprego mais grave já visto nas últimas décadas, os profissionais estão cada vez mais utilizando todos os seus recursos para garantir sua permanência como assalariados. Aumentando sua carga horária e estando disponível online 24 horas por dia para responder e-mails e mensagens, por exemplo, os funcionários ficam sobrecarregados e sem tempo para realizarem atividades de lazer. Tudo isso pelo medo de perder sua admissão.

Dessa forma, a excessiva concorrência associada ao medo do desemprego faz as pessoas frequentemente esquecerem da importância da saúde mental. Além da depressão que pode ser causada pela Síndrome de Burnot, os profissionais que “vivem pelo trabalho” podem desenvolver problemas de comunicação e socialização, prejudicando até mesmo a eficiência da equipe da empresa .

Em suma, é importante ressaltar que o equilíbrio entre produção laboral e bem-estar psicológico é fundamental para o alto rendimento de um bom profissional. Uma vez entendendo essa relação, o atendimento semanal psicológico gratuito nas empresas torna-se uma medida vantajosa para o empregador e para o empregado. Afinal, como disse Francis Bacon, “conhecimento é poder”.

Afinal, como Francis Bacon, “conhecimento é poder”.