Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 07/10/2020
Segundo as ideias de Platão, o cansaço físico mesmo que suportado forçadamente, não prejudica o corpo, enquanto o conhecimento imposto a força não pode permanecer na alma por muito tem. Visto isso é possível mencionar que a síndrome de Burnout está cada dia mais inserida na sociedade. Entretanto, esta síndrome está ligada ao excesso de trabalho e pode acarretar prejuízos físicos e psicológicos. Isso ocorre devido à falta de políticas públicas efetivas que delimitem o tempo máximo de trabalho semanal, e a ausência de empatia das empresas com seus colaboradores, decorrente do excesso de trabalho. Tal fato constitui um desafio a ser resolvido não somente pelos poderes públicos, mas também, por toda sociedade.
No contexto relativo ao esgotamento físico e mental devido à profissional, pode-se citar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome. Atualmente, trate-se de um problema comum quando se fala em trabalho, visto que é um meio muito competitivo, uma vez que os profissionais atuam sobe grande pressão e carga de trabalho excessiva, a fim de impressionar seus chefes. Isso é intensificado devido à falta de políticas públicas que delimitem a carga máxima de trabalho semanal, explicando que o cansaço pode prejudicar mental e fisicamente seu trabalho.
Ademais, é importante destacar que o meio digital pode representar um perigo ao emocional e contribuir com a doença , visto que utilizar a tecnologia de forma incorreta pode causar a sensação de sobrecarga , por exemplo , receber críticas , opiniões através de mensagens, entre outros, pode gerar sentimentos ruins para quem às receber. Nesse sentido o Burnout traz prejuízos importantes para a saúde das pessoas e interfere diretamente a produtividade, ou seja, é preciso que medidas imediatas sejam tomadas para que isso seja usado na evolução da sociedade.
Portanto, cabe aos estados, por meio de leis e investimentos, estabelecer políticas públicas efetivas que estipule um tempo máximos de horas semanais de trabalho, a fim de melhorar tanto a saúde dos trabalhadores, quanto sua qualidade de trabalho. Além disso, é de suma importância que as empresas tenham empatia com seus colaboradores, prestando atenção na forma como estão trabalhando e permitir uma maior sensibilidade ao redirecionar suas atividades, dando um retorno sobre seus desempenhos, com isso colaborando para um desenvolvimento pleno da sociedade.