Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 06/10/2020

A Síndrome de Burnout, reconhecida pela primeira vez em 1974, era pouco conhecida até o final do século XIX. Foi somente nas últimas décadas, com advento de tecnologias e a consequente novas possibilidades de empregos, que o número de casos diagnosticados passou a ser mais significativo. Segundo o site “terra” cerca de 30% da população brasileira apresenta sinais de esgotamento físico e mental ligado à vida profissional, sintomas da Síndrome. Com tais relevantes dados, essa doença deve ser discutida para que os afetados sejam diagnosticados e tratados o mais rápido possível.

Consoante o site “conversa fiada”, cerca de 27,3 milhões de brasileiros recebem até um salário mínimo, o que, nos dias de hoje, é insuficiente para sustentar uma família por um mês. Por conseguinte, precisam cumprir horas extras ou ter outros trabalhos autônomos como motorista Uber e confeitaria. Isso colabora para o aumento dos casos de Burnot, que pode causar muitos outros problemas como depressão, ansiedade e alcoolismo.

Tendo em vista o atual contexto da pandemia do novo coronavírus, tal síndrome pode ser vista, principalmente, e profissionais da saúde de todo mundo, os quais tiveram que trabalhar com muita precaução e pressão todos os dias. É sabido que existe uma crença social, em que os médicos não possuem vida fora do hospital, de fato, eles têm uma maior tendência a apresentarem sintomas exaustão, devido às enormes cargas horárias  e pressão feita por pacientes, familiares e ele mesmo, fatos recorrentes durante a pandemia.

Dessa forma, reforça-se a ideia de que, muitos brasileiros sofrem com essa doença, que muitas vezes não é diagnosticada nem tratada. Assim, compete ao governo realizar campanhas e palestras, por meio e verbas governamentais, acerca da existência dessa Síndrome e da importância de procurar ajuda profissional, promovendo a todos os afetados uma vida mais equilibrada e tranquila.