Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 13/10/2020
Os fins justificam os meios ?
Com a ascensão do capitalismo, indústrias de diferentes características surgiram para facilitar a obtenção do lucro. Entretanto, junto ao avanço evolutivo foram empregadas formas de exploração ao trabalhador, as quais perpetuam até os dias atuais. O desejo de aumentar a produtividade e ascender economicamente, são as principais causas da aparição da Síndrome de Burnout no proletariado da sociedade brasileira.
Primordialmente, é notório que as empresas de hoje em dia buscam metas cada vez mais difíceis de serem alcançadas, tornando o trabalho do funcionário exaustivo. Segundo análise feita pela Uol, a pressão diária feita pelos patrões em cima do proletariado é o principal fator que acarreta o desenvolvimento da síndrome.
Além disso, é provado cientificamente que o excesso pode trazer prejuízos físicos e psicológicos ao ser humano. De acordo com a International Stress Management Association (ISMA), 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da Síndrome de Burnout, ou seja, 33 milhões de cidadãos de carteira assinada do país possuem o distúrbio causado pelo esgotamento profissional, em função da mentalidade de ser mais produtivo e ascender financeiramente.
Portanto, é mister que as empresas e qualquer outro órgão empregador tomem providências para a melhora do emocional do trabalhador. Para que o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional diminua exponencialmente, os órgãos fornecedores de emprego devem, por meio da organização do horário de cada funcionário, prover para eles um espaço em meio à rotina de trabalho para desacelerar e descansar durante um período de tempo, tornando os dias úteis de trabalho mais saudáveis e prazerosos.