Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 14/10/2020
No período da Revolução Industrial, os proletariados se sentiam sobrecarregados e esgotados em relação à vida profissional, por estarem sob a pressão tecnológica da época e pela falta de empatia dos burgueses que os submetiam a um trabalho exploratório. Fato que se observa no período contemporâneo, o que causa a síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado a vida profissional. Seja pela pressão tecnológica, seja pela falta de empatia para com os trabalhadores. Dessa forma, torna-se uma problemática.
Em primeiro plano, a pressão tecnológica imposta a sociedade promove a síndrome de Burnout. Por exemplo, no século XXI, devido ao Covid-19, muitas empresas optaram, por trabalharem em home office, o que corrobora para o esgotamento físico e mental. Segundo a pesquisa do Banco Original, “ 57% dos entrevistados afirmam que trabalhar por home office promove pressão tecnológica e se torna muito cansativo”. Isso acontece, porque os indivíduos passam horas de frente para uma máquina, sem se movimentarem e horário para finalizarem seus serviços, passando altas horas da noite trabalhando. Consequentemente, adquirem dores de cabeça, musculares e estresse.
Outrossim, é imperativo pontuar a falta de empatia para com o trabalhador. De acordo com Benjamin Franklin, “tempo é dinheiro”, por grande parte dos empregadores terem essa perspectiva, acabam submetendo os trabalhadores a cargas excessivas de trabalho, com o intuito de produzirem mais. O que faz com que eles abdiquem do seu tempo de lazer e adquiram uma rotina estrita e cansativa, se tornando desmotivados em relação à vida profissional.
Dessa forma, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Comunicação em parceria com o Ministério da Educação deve mitigar a pressão imposta pela tecnologia a sociedade e a falta de empatia para com os trabalhadores, por intermédio do fechamento de todas as plataformas digitais, exceto as de lazer, com horário de desligamento às vinte e duas horas da noite e palestras que retratem a importância da empatia para com os trabalhadores, a fim de acabar com o esgotamento físico e mental em relação à vida profissional. Espera-se, com isso, que a síndrome de Burnout não se torne mais presente na vida da sociedade.