Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 15/10/2020
No filme “O diabo veste prada”,é mostrada a história de “Andrea”, que devido ao excesso de trabalho e estresse adquiriu síndrome de “burnout”. Fora da ficção, essa doença vem se tornando cada vez mais comum no meio trabalhista brasileiro. Tal fato se deve não só pelo excesso de trabalho, como também por conta da baixa compensação salarial.
Primeiramente, é notório que a grande carga horária de trabalho é extremamente prejudicial à saúde de um indivíduo. Contudo, segundo o site de notícias G1, a média semanal de horas trabalhadas no Brasil ultrapassa as quarenta e quatro regulamentadas pelo Ministério do Trabalho. Dessa forma, é válido afirmar que a sobrecarga causa esgotamento físico e mental, consequentemente, gerando a síndrome de “burnout”. Em suma, é inadmissível que o governo não se manifeste a respeito desse percalço.
Ademais, a baixa remuneração é outro fator relevante para o surgimento desse óbice. Paralelamente, de acordo com o jornal Agência Brasil de Notícias(EBC), um trabalhador brasileiro de carteira assinada recebe ,em média, quatro reais por hora de trabalho. Nesse sentido, fica evidente a desvalorização do feitor brasileiro, o que acarreta frustração na área profissional e financeira do mesmo, podendo ocasionar problemas psicológicos. Sendo assim, é inaceitável que as autoridades responsáveis não tomem atitudes para a resolução desse problema.
Portanto, é importante que o Ministério do Trabalho garanta que nenhum produtor ultrapasse oito horas diárias de serviço. Além disso, é necessário que o Governo-autoridade responsável pela organização de uma unidade política- intervenha no sistema de remuneração trabalhista, por meio de um projeto de lei entregue à câmara dos deputados que aumente o valor pago por hora de trabalho para sete reais. Espera-se, que, com isso, a síndrome de “burnout” diminua exponencialmente e que casos como o de “Andrea” se tornem atípicos.