Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 19/10/2020

O esgotamento em relação ao trabalho, seja mental ou físico acontece desde a revolução industrial, na qual era exploratória e não davam importância a saúde do servidor, tendo em vista as condições e muitas horas de trabalho que exerciam. Atualmente, os trabalhadores contém muitos direitos que antigamente não possuíam, porém, ainda sofrem tanto pela pressão psicológica e física, quanto pela falta de apoio da própria empresa.

Em primeiro lugar, uma das categorias de trabalhadores que mais sofrem com a síndrome de Burnout são os profissionais de enfermagem, levando em consideração os maus tratos mentais e corporais que sofrem diretamente com os pacientes, ou até mesmo com outros profissionais da saúde, e a longa carga horária de trabalho, já que de acordo com o site ‘‘folha uol’’ 87% desses especialistas sofrem com tal patologia.

Além disso, a falta de apoio da própria empresa onde trabalham tem trazido alto índice de doenças ocupacionais, que consequentemente os levam a ter outros problemas mentais, pois de acordo com o site ‘‘G1’’, mais de 3 mil pessoas foram afastadas no estado de Alagoas por tal motivo. Isso acontece pela falta de recursos no ambiente de trabalho, como alongamentos, suporte terapêutico e área de lazer.

Portanto, é nítido que o problema está na forma como são tratados os profissionais. Sendo assim, o ministério da saúde juntamente com o do trabalho deve providenciar horários para lazer, entretenimento e apoio psicológico a todos os profissionais, para que o índice dessa síndrome diminua gradualmente. Isso deve ser feito de forma dinâmica, sendo que toda empresa deverá fornecer pelo menos 30 minutos de lazer, no caso sem incluir o horário de almoço, para que ,assim, todo trabalhador tenha esse tempo para cuidar de si, seja se alongando, conversando e com direito ao atendimento psicológico.