Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 19/10/2020
De acordo com o artigo da BBC NEWS, o Japão é um dos países que mais registra mortes por trabalho excessivo, conhecido como “Korshi” (morrer de tanto trabalhar). Logo fica claro o cuidado que se deve tomar para evitar o esgotamento físico e cerebral direcionado a vida profissional. Entretanto, problemas mentais e a alta carga horária são fatores alguns problemáticos. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem este quadro.
Em primeiro lugar, observa-se o fato de que o perfeccionismo, doença mental causa um grande revés na população. O perfeccionista tem a convicção de que a perfeição é o único caminho para a aceitação pessoal e de outros. Logo isso leva em consideração a relação no trabalho, no qual, quanto a pessoa trabalha e nunca tem sequer um falta é elogiado, isso faz com que o indivíduo se sinta mais confortável aos olhos de outros e aos próprios olhos como se colocasse um “OK” para o trabalho bem feito, só que isto leva a uma exaustão interna quanto externa, ocasionando em muitas situações doenças tanto crônicas tanto como a autodestruição por está “sufocado” por ter que ser perfeito sempre. Em segundo lugar, analisa-se o aumento da carga horária que traz ao indivíduo enfraquecimento corporal e mental. A mudança do campo para a cidade contribuiu para o início do trabalho por longas e exaustivas horas com salários bem inferiores. Logo fica claro que o trabalho excessivos não é novo e isso vale salientar que, muitos chefes passam trabalhos ao extremo e em muitas situações o trabalhador não consegue dá conta levando a uma indisposição mental, ocorrendo assim, a insanidade mental, no qual o indivíduo começa a ter idéias autodestrutivas ou a loucuras, precisando de assistentes profissionais para a melhoria.
Destarte, fica evidente que o cansaço físico e mental ligado à vida profissional vem sendo um problema sério na sociedade. Portanto, o MEC (Ministério da Educação) e a mídia devem fazer palestras transmitidas nas redes midiáticas, com a participação de psicólogos e pedagogos, por meio de atividades e jogos, aprendendo como lidar com o perfeccionismo, para que, adolescentes, crianças e adultos de todas as idades saibam lidar com este tipo de doença. Também é preciso que o Ministério da Justiça (MJ) aumente os dias de descansos para aqueles que tem um alta carga horária, assim fazendo com que não fiquem tanto sobrecarregados. Dessa forma, haverá um menor declínio no esgotamento corpóreo e cognitivo.