Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 20/10/2020
Síndrome de Burnout.
Em 1974, o psiquiatra alemão Herbert Freundeberg fez a primeira descrição científica da síndrome. O psiquiatra identificou o problema por meio de sua própria experiência, quando adoeceu por ter trabalhado mais de 14 horas por dia. Também notou em muitos de seus colegas, antes apaixonados por seu ofício, a estranha mutação que os transformava em cínicos depressivos, capazes de tratar os próprios pacientes com crescente insensibilidade e desinteresse.
Freundeberg definiu o termo “burn out” como sendo um estado de fadiga ou de frustração motivado pelo “auto sacrifício” na consagração a uma causa, a um modo de vida ou a uma relação que não correspondeu às expectativas. Seus estudos pioneiros descreveram as consequências do estresse crônico de profissões de “cuidadores”, como médicos e enfermeiras. Atualmente o termo é usado para todas as profissões, inclusive para determinadas tarefas domésticas como cuidar de idosos ou da casa.
O tratamento psicológico com um psicólogo é muito importante para quem possui a Síndrome de Burnout, pois o terapeuta ajuda o paciente a encontrar estratégias para combater o estresse. Além disso as consultas proporcionam a pessoa um tempo para desabafar e haver uma troca de experiências que ajudam a melhorar o autoconhecimento e a ganhar mais segurança no seu trabalho.
Além disso, ao longo do tratamento psicológico o paciente encontrar algumas estratégias. Reorganizar o seu trabalho, diminuindo as horas de trabalho ou as tarefas que é responsável, por exemplo, aumentar o convívio com amigos, para se distrair do estresse do trabalho, Fazer atividades relaxantes, como dançar, ir ao cinema ou sair com os amigos, por exemplo.