Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 22/10/2020

O filósofo John Stuart Mill (John Stuart Mill) defendeu a ideia de que as pessoas têm soberania sobre seus corpos e mentes, o que expressa uma visão equivocada do atual estado psicológico da população brasileira. No entanto, é sabido que a doença mental ocupa cada vez mais espaço, principalmente na vida de estudantes e profissionais de saúde, características da chamada síndrome de burnout ou síndrome do cansaço ocupacional. Nesse sentido, por se tratar de saúde pública, é de extrema importância analisar essa situação para restaurá-la ao seu estado original.

Em uma primeira análise, a síndrome de burnout é caracterizada por tensão emocional e estresse crônico causado pelo cansaço das condições de trabalho. Nesse caso, é fácil entender sua relação com os profissionais de saúde: a falta de leitos, remédios e equipamentos para prestar cuidados médicos dignos aos pacientes torna a saúde pública hostil e esgota a aula de saúde. Ao mesmo tempo, segundo a organização não governamental Contas Abertas, o Brasil gasta cerca de 3,89 reais por paciente por dia. De acordo com o Ministério da Saúde, esse número absurdo acaba levando ao sucateamento de 40% dos hospitais públicos. , O desamparo desses profissionais e a forte comunicação interpessoal têm causado neles grande pressão psicológica.

Portanto, em contraste com a situação dolorosa do hospital e a incapacidade de fazer qualquer coisa diante da pressão que estava sofrendo, o profissional de saúde acabou se tornando um doente mental e fez um esforço interno para encontrar o próprio equilíbrio. Devido à depressão, os pensamentos suicidas geralmente aparecem como uma válvula de escape.

Diante disso, o Ministério da Saúde oferece atendimento mensal gratuito a psicólogos de hospitais e universidades da área de saúde para reverter a síndrome de burnout desses profissionais pacientes. Junto com isso, o Ministério da Fazenda deve gastar mais do seu PIB com saneamento para atender a demanda do hospital por leitos, medicamentos e equipamentos. Portanto, ao lidar com causas e consequências, de fato, esses pacientes podem ter soberania sobre seu corpo e mente.