Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 22/10/2020
Junto a Revolução Industrial na segunda metade do século XVIII, o processso de procura por mão de obra assalaria demonstrou um crescimento exponencial, de extrema importância para o sucesso das novas fábricas instaladas. Porém, desde os séculos das luzes, torna-se visível as precárias condições de trabalho expostas á essa classe proletária. Dessa maneira, atualmente, percebe-se uma analogia entre o formato de vida profissinal dos primeiros modelos industriais e dos atuais, uma vez que ao longo do processo histórico surge: a Síndrome de Burnout, ligada ao esgotamento físico e mental da vida profissional.
Em primeira análise, é fulcral designar os principais motivos ligados ao desenvolvimento da Síndrome na rotina humana. De acordo com pesquisa realizada pela International Stress Management Association (ISMA), 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com o problema. Nesse sentido, conclui-se que o principal motivo causador da morbidade é relacionado ao excesso de trabalho e a pressão exercidas nesse ambiente, que além de afetar o portador em si, afeta também sua vida pessoal e familiar. Por conseguinte, após a ampla recorrência da doença no coditiano da vida profissional, é mister que ações devem ser tomadas para que não aconteça o surgimento de novos casos e afete diretamente a vida da população trabalhadora.
Outrossim, torna-se necessária a análise dos malefícios que essa moléstia trás á vida do trabalhador. Em 2019 a OMS - Organização Mundial de Saúde - classificou a síndrome de burnout como doença, a Organização descreve o burnout como “uma síndrome resultante de um stress crônico no trabalho que não foi administrado com êxito”. Nesse contexto, é notório que urge dentre os afetados pela doença uma série de problemas relacionados a ela, portanto, comumente, os sintomas primários estão relacionados a; exaustão, insônia, alterações repentinas de humor, falta de segurança e sentimento de fracasso. Por fim, se não tradados nas fases inicias, podem, até, levar ao portador casos de depressão, afirmando o conceito da decisão da OMS em classificar a síndrome como uma doença.
Assim, é primordial que medidas sejam tomadas para inibir com esse transtorno. Cabe a Secretaria de Saúde em parceria com as empresas, a realização de medidas preventivas e costatação de novos casos através de campanhas digítais e testes dentro do ambiente profissional, realizados por especialistas. Por fim, é imprescindível que as pessoas tenham conhecimentos dos seus limites e criem capacidades de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, por meio de livros de autoajuda e ralacionados a essa área. Dessa forma, a sociedade em geral terá maior conficança em seus trabalhos, podendo exercê-los de forma harmônica e produtiva, diferente de como tem sido nos últimos séculos.