Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 22/10/2020

Com a revolução industrial as condições de trabalho sofreram nítidas mudanças que atuam até hoje com carga horária muito longa, estresse no trabalho, trabalhadores submetidos a muitas cobranças e competitividade. Infelizmente, a regularidade desses episódios fazem com que o trabalhador desenvolva a síndrome de Burnout que tem como sintomas  o cansaço físico e mental, alterações no sono e apetite e  sensação constante de fracasso profissional.

Pode-se observar que as profissões que exigem cargas horárias extensas, perfeccionismo e  precisão possuem uma  tendência maior a desenvolver a síndrome de Burnout. Como policiais, professores, médicos e enfermeiros que têm em suas rotinas todos os fatores que permitem o desenvolvimento de síndromes e doenças psíquicas.

Uma vez que a qualidade de vida desses profissionais é afetada, essa síndrome é um problema de saúde pública. Segundo a OMS ( Organização Mundial da Saúde) mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a doenças mentais que são sintomas de Burnout, como a depressão.

Dessa forma, é necessário  solucionar esse problema  para a melhora da qualidade vida desses profissionais. O Ministério da Saúde deve fornecer tratamentos psíquicos para todos os profissionais que desenvolveram  a síndrome de Burnout, para que o mercado de trabalho seja mais humanizado e para que a qualidade de vida desses profissionais e de suas famílias seja alta.