Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 22/10/2020
Com o início da Revolução Industrial em 1760, que substituiu a manufatura por máquinas, a sociedade aumentou extremamente a produção de produtos que consequentemente induziu ao capitalismo, onde bens materiais tem a função de determinar a que classe social o indivíduo pertence. Contudo, é de extrema relevância que para conseguir uma carreira de sucesso e obter seus frutos, as pessoas estão cada vez mais exagerando nas cargas horárias do trabalho, gerando a Síndrome de Burnout, que infelizmente leva ao esgotamento profissional.
A priori, a Síndrome de Burnout é um distúrbio caracterizado pelo estado de tensão, prejudicando o físico e o emocional. Assim essa condição é muito comum em “workaholics” (pessoas viciadas em trabalho) na qual afeta principalmente profissionais da saúde, advogados, professores, executivos ou qualquer outra profissão em que a pessoa exija muito de si mesmo. Segundo a psiquiatra Licia Oliveira, professora da Medcel, a doença ocorre em um conjunto de condições ambientais que são fatores externos e a personalidade pela genética, gerando então um impacto negativo no seu interior.
A posteriori, pelo os dados do ISMA Brasil ( Internacional Stress Management Association) 70% dos brasileiros têm problemas com estresse, dos quais 30% desenvolvem o Burnout, em consequência o Brasil ocupa o segundo lugar de nível de estresse. De modo infeliz os sintomas causados são distúrbio do sono, alteração de humor, depressão e maior suscetibilidade à doenças. Felizmente essa condição é simples de ser detectada, necessitando apenas de um psicólogo possuindo tratamento e cura.
Em suma, para a cura e tratamento da Síndrome de Burnout, o indivíduo deverá praticar exercícios físicos para ajudar no relaxamento muscular como meditação ou yoga, ter momentos de lazer para que se possa descansar a mente e o corpo, não só, mas também fazer um reorganização de rotina por meio de planejamentos. Contudo o trabalhador pode obter um afastamento remunerado pelo INSS, tendo direito a estabilidade por 12 meses no trabalho, tudo isso com o intuito de garantir um emocional tranquilo e saudável.