Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 27/10/2020

O termo ‘‘burnot’’ vem do inglês e significa literalmente ‘’esgotamento’’. A síndrome de Burnot é causada pela exaustão extrema (fisíca ou mental) e estresse, que está ligada ao excesso de trabalho. Esse panorama auxilia na análise da questão dos desafios que os profissionais passam diariamente como: esgotamento emocional e o distanciamento afetivo. Nesse sentindo, é preciso entender suas causas para solucionar esse problema.

Em primeiro plano, evidencia-se que o esgotamento emocional trás consigo uma vaga de estresse muito intensa e constante, fazendo com que uma pessoa esteja sempre no limite das suas emoções. Isso se deve ao fato da quantidade de atividades excessivas, das cobranças, prazos apertados e a insegurança do profissional. Prova disso, é, infelizmente, segundo a pesquisa da Universidade de Yale, 18,8% dos profissionais apresentam altos índices de engajamento e de esgotamento emocional; além disso, 35,5% possuem alguns sinais de síndrome de burnot.

Outro ponto relevante, nessa temática, é o fato de que muitas vezes as pessoas se dedicam totalmente ao trabalho, ao ponto de que ele se torne a coisa mais importante, fazendo com que a família fique em segundo plano. Assim, ao analisar a sociedade pela visão de Zygmunt Bauman, nota-se  as relações na contemporaneidade, os sentimentos mais profundos são atenuados, trocado por metas, evitados e tratados com superficialidade. Dessa forma, percebe-se que muitos profissionais desistem da sua vida pessoal, e vivem totalmente para o trabalho em vez de buscar solução para o problema.

Logo, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. É fundamental, portanto que o Governo em conjunto com o Ministério da Saúde, crie medidas que vissem dá apoio a pessoas que sofrem com essa síndrome, por meio de ajuda médica, com o intuito de auxilia a pessoa durante seu tratamento e se necessário a recomendação de uso de antidepressivos e psicoterapia, visando a ajuda no controle dos sintomas. Ademais, é vital que as empresas proponha dinâmicas diferenciadas, por meio de atividades diárias e objetivos profissionais, com o fito de que ocorra uma descontração no momento de trabalho, a fim de que decorrer uma mudança de estilo no meio profissional possa vim prevenir e tratar essa síndrome. A partir dessa ações, espera-se promover uma melhora das condições sociais.