Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 29/10/2020
A evolução da humanidade trouxe muitas facilidades à vida das pessoas, a rapidez das informações, a conectividade mundial. Hoje existe a possibilidade de comunicação instantânea entre duas ou mais pessoas em diferentes pontos do planeta. O mundo celebra o mundo V.U.C.A, e a pergunta que fica é: Qual o preço a se pagar? A resposta pode estar na grande carga emocional imposta sobre as pessoas pela incrível velocidade que as relações tanto de trabalho quanto pessoais tem assumido nesse novo cenário. O psicólogo norte americano Freudenberger foi o primeiro a notar que ele e seus colegas estavam sofrendo alguns sintomas que consistia em um desgaste mental e físico. Uma sensação de estar muito sobrecarregados. Essa percepção levou o psicólogo a investigar tais sintomas, que o levaram a descobrir a Síndrome de Burnout. O interessante é que esse distúrbio acontece com mais frequência em adultos com uma dupla jornada de trabalho, por conta da grande cobrança que recebem de si mesmos ou de seus superiores ao realizar alguma atividade no trabalho. As pessoas que sofrem com essa síndrome focam excessivamente no trabalho, esquecem-se da importância de terem um tempo para o descanso. E, por isso, desencadeiam uma série de problemas físicos e mentais os quais baixam o rendimento em suas atividades laborais. Saber se alguém sofre da síndrome de Burnout é muito difícil, pois as pessoas costumam confundirem os sintomas com outras doenças, já que eles são muito comuns, como por exemplo dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais. Uma das formas de evitar que isso aconteça, é observá-los com atenção. Há diversas formas para se prevenir contra essa doença do mundo pós-contemporâneo, a principal é reservar um tempo para si mesmo, descansar e relaxar. Uma alimentação saudável e prática de esportes ajuda e muito a diminuir o risco de problemas futuros na saúde mental. Outra forma que também pode ajudar, é a empatia das empresas com seus funcionários. cobrar somente o necessário deles, trazendo para dentro do local de trabalho um ambiente saudável.