Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 26/10/2020

Com a crise açucareira em 1664, no Brasil colônia, os senhores dos engenhos e os latifundiários criaram expedições em busca de ouro. Os mineradores trabalhavam mais de doze horas por dia, sem as devidas condições. Como consequência, devido ao excesso de labor e pelas péssimas condições de trabalho, diversos trabalhadores morreram. Atualmente, não é diferente, pois vários funcionários, pelo trabalho em excesso, adquirem transtornos físicos e mentais na vida pessoal, como exemplo a síndrome de Burnout. Que é causada pela competição do mercado e pelo advento das tecnologias.

Convém ressaltar, que o esgotamento da saúde física e mental deve-se à competitividade presente no mercado. No filme “O Estagiário”, Jules, a chefe de uma grande empresa de roupas, passava por cargas horárias irreais para manter sua firma no topo. Por conseguinte, sua saúde mental e física foi arruinada e seu casamento acabou. Por ser recente, diversas vezes, pessoas não sabem que estão com a sídrome de Burnout, e por esse motivo não procuram o tratamento devivo.

Outrossim, é imperativo pontuar que o advento das tecnologias faz com que pessoas possam trabalhar fora da empresa física. Ou seja, além de trabalharem a carga horária na empresa, gastam suas horas de lazer respondendo email, falando com clientes, entre outras coisas. O número de casos dessa síndrome vem crescendo exponencialmente, faz-se mister que o governo tome providências urgentemente.

Portanto, para minimizar os efeitos relacionados ao esgotamento físico e mental ligado à vida profissional é dever do ministério da saúde orientar os indivíduos sobre a síndrome de Burnout, isso ocorrerá por meio de uma campanha chamada “fora Burnout”, na qual pessoas de todo Brasil sairão as ruas e falarão sobre os malefícios do trabalho em excesso para que trabalhadores se curem. Assim vidas serão poupadas diferentemente dos caso dos mineradores.