Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 29/10/2020

O conceito da síndrome de Burnout foi desenvolvido em 1974, pelo psicólogo norte-americano Hebert J. Freudenberg, após fazer uma análise dos profissionais com os quais trabalhava, concluiu que os sintomas de cansaço constante, irritabilidade, desânimo, e sensação de frustração fazem parte de um problema crônico chamado de Burnout, que significa “esgotamento” em português.

As principais causas dessas síndrome estão ligadas ao ambiente de trabalho, por exemplo, pressão do chefe e colegas para alcançar metas inalcançáveis, carga horária abusiva, relação com as pessoas que estão presentes nesse local, quando a dedicação e talento não são reconhecidos, entre outras. Segundo uma pesquisa feita pelo ISMA-B, 30% dos profissionais brasileiros sofrem com esse problema. Geralmente atinge pessoas que são muito ligadas ao trabalho, como médicos, professores, policiais e mais diversas profissões que tem envolvimento maior.

As consequências geradas pelos fatores já citados que estão inclusas na área de trabalho são estresse, desânimo, desorganização, desconcentração, perda de competência, afastamento médico, queda na produtividade, já na vida pessoal são falta de sono, descuidado com alimentação e saúde, baixa imunidade, depressão, ansiedade, problemas psicossociais ou psiquiátricos.

Pode-se concluir que uma mudança precisa ser feita para melhorar as condições dos trabalhadores afetados e para prevenir que outros também tenham esse problema. O ministério do trabalhador poderia fazer algumas alterações na carga horária, incluir obrigatoriamente um psicólogo nas empresas seja grande ou pequena. Ajudando o profissional para que ele consiga fazer o papel de sua obrigação, gostando daquilo que faz, e tendo talvez a vida de sua expectativa. O trabalho não deve ser desagradável, o funcionário deve fazer com gosto e bem feito, mas para isso acontecer ele precisa estar bem de saúde quanto física ou mental.