Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 10/11/2020

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 1 bilhão de pessoas vivem com um transtorno mental. A partir de dados como esse, profissionais da saúde realizam, constantemente, pesquisas a fim de estudar as causas para a ocorrência desse contingente de pessoas com problemas mentais. Nesse contexto, está em evidência a Síndrome de Burnot, uma consequência do ato de misturar  a vida profissional com a pessoal e que se agravou com a Pandemia.

Atualmente, o mercado de trabalho exige uma produtividade elevada e resultados rápidos. Dessa maneira, o empregado cobra mais de si, buscando, dessa forma, a melhor qualificação e ofertando ao empregador uma maior disponibilidade. Com isso, muitas pessoas levam o trabalho para casa e misturam a vida profissional com a pessoal. Nesse cenário, o tempo para a pessoa relaxar a mente e cuidar de si é destinado a realização de inúmeras tarefas que precisa cumprir para atender as metas da empresa.

Outrossim, no cenário de isolamento social que o mundo passou durante o ano de 2020, casos de Síndrome Burnot aumentaram. Isso aconteceu, pois o trabalho foi transferido para o celular ou computador, acompanhando a pessoa onde ela estivesse. Dessa forma, a consequência disso foi a sobrecarga mental de inúmeros funcionários que levou muitos desses ao esgotamento físico e emocional.

Portanto, a fim de reduzir os casos de Síndrome de Burnot, faz-se necessária a ação dos empregadores e Ministério da Saúde. Primeiramente, as instituições empregatícias devem disponibilizar aos seus empregados uma sessão semanal ao psicólogo para que o profissional fortaleça o emocional de cada funcionário. Por segundo, o Ministério da Saúde, deve tornar às grandes empresas, obrigatória a oferta gratuita de psicólogos para seus empregados no contexto pós - pandemia. Assim. corroborando, para a redução dos casos de Síndrome de Burnot.