Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 16/11/2020
Novo inimigo: Esgotamento por trabalho
Atualmente, o mundo está em plena a pandemia, onde os meios de comunicação se tornaram essenciais para a vida profissional. O problema é que com tantos meios de comunicação e facilidades de acesso, também faz com que as pessoas direcionem mais e mais energia para seu trabalho, ocasionando uma sobrecarga mental e até emocional, que tem até nome: Síndrome de Burnout. Como chegamos a esse ponto e como resolver isso? Agora, analisaremos as possibilidades!
Segundo dados sobre esta síndrome, ela é um stress crônico causado pelo trabalho, segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 32% dos trabalhadores sofrem com essa síndrome e 90% continuam trabalhando mesmo se soubessem sobre o Burnout. Para a psicóloga Márcia Merquior, os jovens estão no grupo mais afetados pela síndrome, devido à competitividade no ambiente de trabalho, “o desafio se torna extremamente complexo. Há uma pretensão de controlar o incontrolável e isso contribui para a ansiedade, que acaba levando ao estresse”, segundo a especialista.
A Organização Mundial da Saúde (OMS),considera esta síndrome como uma doença causada pelo stress, e é isso que “Burnout” significa: é o esgotamento (como por exemplo do tanque de um carro), e os trabalhadores estão se tornando “carros esgotados”, pois o Brasil é o segundo colocado, em número de pessoas com a síndrome de Burnout, o primeiro no número de pessoas com ansiedade e o quinto em vítimas de depressão; a qual também é causada por essa síndrome.
Para solucionar este drama, será necessário, desenvolver a empatia das empresas pelo trabalhador, gerando menos cobranças, férias mais longas, reorganização da rotina no trabalho, hábitos saudáveis e aproveitar momentos de lazer; e em pessoas que já sofrem com essa síndrome é recomendado o auxílio de um médico e ajuda psiquiátrica.