Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 04/11/2020
A revolução industrial mudou a forma de vida das pessoas, enriquecendo de muitas formas a burguesia, e piorando a situação do trabalhador, sendo obrigado a trabalhar de 14 à 16 horas por dia, mulheres e crianças faziam o trabalho pesado e eram mal remunerados. E hoje em dia a situação não é muito diferente, eles estabelecem metas inatingíveis para os trabalhadores e os pressionam, causando desatenção e desânimo no trabalho, o que diminui o seu rendimento e gera prejuízos para a empresa.
De tal forma, as metas abusivas geram trabalho abusivo, causando estresse, falta de sono, ignorando suas necessidades básicas , a fim de cumprir a meta que foi proposto a ela. E no Brasil, segundo o ISMA, 70% da população brasileira que tem problemas de estresse, 30% desenvolvem a síndrome de Burnout.
Em suma, fica evidente que o excesso de trabalho afeta no desenvolvimento das pessoas, na saúde mental e física. Com isso é preciso que as empresas tenham empatia com seu funcionário, abrindo mão de metas absurdas, assumindo os problemas que ela causou ao seu empregado, contratando psicólogos, e dando o devido “tempo” que toda pessoa precisa, para respirar e relaxar um pouco a mente. Para que possa diminuir os casos de síndrome de Burnout no país.