Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 04/11/2020
A Síndrome de Burnout foi descoberta em 1974 pelo norte-americano Freudenberger, porém, ela sempre existiu, basta analisar o contexto Pré-Revolução Industrial Inglesa, onde os operários trabalhavam em condições extremamente precárias, com jornada de trabalho de 16-18 horas diárias, acarretando vários problemas físicos e mentais. A doença é causada pelo estresse e pressão do trabalho, causando desgaste extremo, emocional e físico.
Ademais, segundo o ISMA Brasil, 70% da população brasileira que tem problemas de estresse, 30% desenvolvem a Síndrome de Burnout. Entretanto, os mais afetados são, banqueiros, policiais, professores e médicos. Ao modo que, em alguns estudantes, mais expecificamente, da área da saúde: medicina, psicologia, enfermagem, farmácia e outros, desenvolvem a doença.
Portanto, o maior problema não é o desenvolvimento da doença - lógica é um problema, porém, todos poderão trata-la, indo ao psiquiatra ou psicólogo, tomando remédios controlados, até ficar são novamente - e sim, as empresas que não dão a mínima importância à isso, somente exigindo mais do funcionário, não lembrando que para uma pessoa ser eficiente em seu ofício, sua mente precisa estar organizada, afim de que obtenha bons resultados.
Em suma, é necessário que a justiça trabalhista, coloque como lei, que todo funcionário tenha que ir à consultas com um psicólogo ou psiquiatra, para a empresa ter certeza que seu empregado está bem que ele trará bons resultados a empresa, logo, haverá diminuição nos casos de Síndrome de Burnout no país.