Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 06/11/2020

A OMS (Organização Mundial da Saúde), menciona que saúde e o completo estado de bem-estar corporal, psicológico e social e não somente a ausência de doença. Nesse contexto, a síndrome de Burnout, denominado pelo esgotamento físico e mental ligado a vida profissional caracteriza-se como um impasse no Brasil vigente, tendo em vista suas consequências para o desenvolvimento profissional, causado pelo exerço de cobrança que, com efeito, traz diversas consequências. Logo, faz-se fulcral analisar a causa, e consequência, como também as possíveis soluções do revés.

A princípio, é necessário pontuar a cobrança exacerbada dos colaboradores como um dos propulsores do impasse. Em consonância com o matemático Newton em sua terceira lei, onde diz que toda ação tem uma reação de igual intensidade. De maneira análoga, funcionários que são constantemente persuadidos por resultado no trabalho podem comprometer o seu desempenho psicológico e desenvolver doenças como depressão. Dessa maneira, é crucial ações das empresas e instituições para evitar o imbróglio. Em seguida, é valido destacar as sequelas geradas pelo entrave.

Segundo a ISMA-BR (International Stress Management Association no Brasil), cerca de 30% dos brasileiros sofrem do transtorno comprometendo 3,5% a 4,5% do Produto Interno Bruto brasileiro. Sob esse viés, e evidente o impacto do óbice no âmbito econômico, ademais o alto índice de rotatividade e o baixo nível de insatisfação no trabalho prejudica o colaborador, pois os indivíduos podem desenvolver frustrações na vida profissional e levar ao abandono da carreira. Dessa forma, é inaceitável a existência de problemas dessas dimensões, com pleno direito trabalhistas em vigor.

Inferir-se, portanto, a necessidade de minimizar os impactos do exerço de cobrança no trabalho, e também suas consequências. Sendo assim, é imprescindível a atuação do Ministério do Trabalho - Órgão responsável por apoiar os trabalhadores - por meio de palestras mensal com psiquiatras e psicólogos, buscar orientar os gestores das maiores empresas brasileiras, visando identificar colaboradores com o problema e oferecer tratamento. Outrossim, a Mídia por meio de noticiários divulgar os resultados que o óbice pode trazer a sociedade. Feito isso, o infortúnio será erradicado e os funcionários alcançaram o pleno estado de bem-estar como menciona a OMS.