Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 25/11/2020

No filme Curinga , lançado em 2019 a relação entre o protagonista e seu trabalho é registrada de maneira conflituosa, de modo que ele trabalha para sobreviver porém não obtém nenhum êxito emocional e pessoal com seu serviço, somente o contrário. Análogo ao filme, existem inúmeros “curingas” no Brasil, o que desencadeia um elevado número de empregados depressivos e sedentários.

Em primeira análise, vale destacar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde como um conjunto entre bem estar , saúde física e mental. Ou seja, empresas que não garantem esse conjunto a seus funcionários estão facilitando o desenvolvimento da chamada Síndrome de Burnout , onde os sintomas são esgotamento físico e mental quanto ao trabalho exercido. Desse modo, ao trabalhar de 8 horas a 12 horas por dia, o trabalhador deve além de descansar e se alimentar, praticar exercícios pois o sedentarismo pode levar a doenças como hipertensão e diabetes.                 Em segundo plano , é oportuno comentar que no corpo humano existe inúmeros hormônios como dopamina e oxitocina , que são liberados no sangue em situações de prazer, sendo esses hormônios de extrema importância para trabalhadores cansados. Embora o tempo seja escasso sair da rotina, passar tempo com a família e amigos é indispensável para manutenção da saúde mental e liberação de substâncias hormonais.                      Sendo assim, o Ministério da Saúde deve realizar fiscalizações anuais nas pequenas e grandes empresas brasileiras, por meio de leis e regulamentos que direcionem as empresas será possível analisar o que é correto e aceitável e o que está sendo abusivo. Espera-se com isso melhora na qualidade de laboração e consequentemente de vida dos trabalhadores.