Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 13/11/2020

Simbiose

As Revoluções Industriais moldaram toda a estrutura social, obrigando que o trabalhador tenha alta produtividade e pouco tempo individual. O excesso de trabalho e de cobranças pode resultar em inúmeros problemas, como ansiedade e inclusive a depressão, podendo resultar inclusive em suicídio, especificamente o fatalista, que é quando o indivíduo comete suicídio devido ao cansaço de tantas regras, normas e obrigações.

Em um primeiro plano, vale destacar que é importante debater acerca dos malefícios de um sistema que visa apenas produtividade e ignora a individualidade de cada cidadão, afim de conscientizar a sociedade e especialmente os meios de produção, que são os agentes originadores desse fato social onde todos, exceto os detentores dos meios, são submetidos e explorados.

Ademais, vale salientar que o Estado, tendo como base o Artigo 6 da Constituição Federal, adote medidas que tenham como foco reduzir a probabilidade de que os cidadãos desenvolvam a Síndrome de Burnout. Essa síndrome tem sintomas como distúrbios no sono, humor, irritabilidade e memorização, tendo consciência acerca da importâcia dessas áreas, é nítido a necessidade de que o Estado cumpra com seu papel e cuide da saúde, do psicológico e da segurança de seus cidadãos.

Torna-se claro, portanto, que o Estado deve elaborar leis que obriguem as indústrias, a criarem políticas que garantam assistência psicológica aos funcionários. Podendo ser com a contratação de psicológicos para as empresas e que os funcionários recebam um acompanhamento ao longo de suas prestações de serviços. Resultando assim, em uma sociedade que o trabalho não prejudica na saúde mental dos trabalhadores e as empresas continuam com sua renda.