Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 14/11/2020

Observando o cenário, uma vez que tenha sido comprovado, o excesso de trabalho e a auto exigência, criando um ambiente de estresse e cansaço diário, estão ligados ao que chamamos de síndrome de burnout (CID-10 Z73), também conhecida como síndrome do esgotamento profissional. São diversos os fatores e os sintomas que podem ser um aviso para o início desta condição, que muitas vezes não são levados como um alerta sério.

A síndrome se expressa mais em pessoas onde o trabalho envolve uma certa pressão pessoal mais intensa, dessa forma, sobrecarregando uma parte daqueles que exercem uma profissão com essas características. Ambientes com uma excessiva cobrança, alta quantidade de tarefas, pressão diária, períodos longos de trabalho e o pouco repouso são situações que devem ser tratadas como preocupantes e sempre se manter alerta disso, e não algo que pode ser considerado comum no trabalho, podendo até causar transtornos mentais e emocionais.

Assim convém lembrar, que com os fatores vem os sintomas. A sensação de exaustão, pressão alta, dores musculares, dor de cabeça e até enxaqueca, pode-se dizer que um simples ambiente profissional, pode desgastar o físico e o mental do ser. Preocupação constante, inferioridade, falta de motivação e níveis mais extremos como a ansiedade e depressão. De acordo com o filósofo Platão, sobre a alienação, um ser humano só atingiria a harmonia psicológica e felicidade através de uma alma capaz de equilibrar os três aspectos (razão, emoção e os sentidos).

‘‘Burnout’’ significa queimar até o fim, logo, para não chegar a esse nível, a pessoa que sofre dessa síndrome, deve mudar sua rotina, não deixar se prender somente ao trabalho. O tratamento pode incluir o uso de medicamentos, todavia, a prática de exercícios físicos, novos hobbies e uma alimentação saudável já fazem toda a diferença. Um corpo saudável, uma mente saudável.