Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 17/11/2020
Mencionada pela primeira vez em 1974 pelo psicólogo americano Freudenberger, a Síndrome do Esgotamento Profissional, atinge cerca de 33 milhões brasileiros, principalmente as mulheres por lidarem com estudos, casa, trabalho e filhos e pessoas empáticas, que estão religiosamente se colocando no lugar do próximo.
De acordo com a ISMA Brasil (International Stress Management Association) estudos indicam que pessoas que sofrem com a síndrome tendem a se tornar extremamente perfeccionistas, suas mentes nunca estão totalmente descansadas e acumulam estresse do trabalho gerando tensão emocional.
O trabalho excessivo e esgotante afeta diretamente o rendimento do profissional. O sistemas Taylorista e Fordista, que nos dias atuais influencia diretamente no sistema de produção do país, a quantidade de produção é extremamente mais importante do que a qualidade do produto, exigindo metas ao trabalhador a serem concluídas em pouco tempo.
Com a crise que afetou o Brasil em meados de 2014, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu cerca de 3,5%. E como proposta a corrigir fora aumentar a carga horária dos trabalhadores. Mas a crise que até os dias atuais afetam a economia brasileira, vem da má administração do dinheiro público e a corrupção generalizada. Seria preciso a conscientização ao povo de que estes problemas estão decorrendo das escolhas de voto. Ao propor o aumento de carga horária traria ainda mais problemas. O estresse faz parte de uma das dez causas de morte, e está consecutivamente ligado a irritabilidade no ambiente de trabalho. Propor isto aos trabalhadores é estar aumentando o mal do século que vivemos.
Em virtude dos fatos mencionados, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria trazer campanhas incentivando o descanso, a pratica de exercícios físicos e fornecer acompanhamento psicológico e psiquiátrico as empresas a fim de que seja respeitado a saúde mental do funcionário.