Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 16/11/2020
Não é de hoje que se tem visto as pessoas trabalhando até o seu esgotamento, como foi durante a revolução industrial em que era comum ter jornadas de trabalho que duravam até 18 horas. Entretanto os novos “operários” do mercado de trabalho tem uma jornada menor, todavia ainda sofrem com o estresse do excesso que se impõe e é imposto sobre eles. Muitos, acabam chegando a desenvolver a síndrome de Burnout, o esgotamento do físico e da mente, possível precursor da depressão. São alguns dos fatores que geram o estado em questão, o excesso de trabalho, a nova realidade garantida pelos avanços tecnológicos de que “tudo tem que ser rápido”, a falta do lazer e de cuidados pessoais.
Com relação ao que foi dito pelo filosofo alemão Arthur Schopenhauer, " O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem.", é majoritário afirmar que não se deve buscar uma boa renda em troca de sua vitalidade. Entretanto, alguns indivíduos se excedem na busca da renda “agradável” a eles, não buscam empregos que lhes dão satisfação é acabam se forçando em algo que não os agradam. Gastam horas sem fim em trabalhos cansativos, horas extras, e em casa. Contra isso pode ser usado o que o filosofo chines Confúcio disse: “Escolhe um trabalho de que gostes e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”
Todavia não se deve ignorar o papel da sociedade acelerada nesse processo, muitas ficam pressionadas na ideia do instantâneo e do rápido. E-mails, mensagens, registros, tudo deve ser feito no momento e entregue na mesma hora. A dependência que foi criada nas maquinas causa graves impactos no psicológico das pessoas, muitas não conseguem mais vivem ser estar conectadas. Como foi dito por Albert Einstein, “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade.”
Outro fator é a revelação tardia dos sintomas. Alguns grupos e empresas não possuem planos com psiquiatras a seus funcionários. É preciso verificar e tratar antes que chegue ao estado de depressão. Não desconsidere quem é deprimido, este é o último estágio da dor humana, disse Augusto Cury.
Como foi abordado as causas variam do excesso de trabalho,ou trabalho apenas pela renda e não pelo prazer, a ideia do imediato das novas tecnologias e a falta de psiquiatras no plano dos trabalhadores. Um dos possível meio para resolver o primeiro tópico é uma mudança na mentalidade dos estudantes, as unidades de ensino devem imprimir em seus alunos que a busca de um trabalho que não lhe seja prazeroso pode acabar os prejudicando. Ainda no ambiente escolar junto do familiar, os indivíduos devem ser ensinados a ter controle sobre as maquinas, os pais criem limites as crianças, e aos funcionários sejam incentivados a dedicar tempo para eles mesmos. Para o ultimo, leis criadas pelo legislativo para a implementação obrigatória de psiquiatras nas empresas, ou implementação no plano dos funcionários.