Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 16/11/2020

A importância do autocontrole.

As doenças psicológicas, mas conhecidas como transtornos mentais, infelizmente tem tido um crescimento ao longo dos anos atingindo a todos, como a depressão, ansiedade, e dentre estas está a chamada “Síndrome de Burnout” que aflinge grande parte da PEA (população economicamente ativa), ou seja aos trabalhadores.

Este distúrbio foi mencionado pela primeira vez pelo psicólogo Freudenberger em 1974, na literatura médica em que descrevia o desgaste físico e emocional que levará ele e aos seus colegas de trabalho a um esgotamento profissional intenso. Geralmente as afetadas são pessoas cuja a vida profissional e pessoal são muito atribuladas, principalmente as que possuem mais de um trabalho.

Segundo o Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil), 33 milhões de brasileiros sofrem deste transtorno, além disso estudos advertem que 30% dos médicos nos Estados Unidos são aflingidos pela síndrome. Profissões que exigem demais como médicos, advogados, bombeiros, professores são as que obtém os maiores índices. A síndrome de Burnout, como anteriormente citada é causada pelo esgotamento mental, quando a relação do trabalho se transforma em estresse, ansiedade e nervosismo, deixando a “vítima” totalmente desmotivada e esgotada podendo gerar uma depressão severa, por conta da mente estar sempre alerta.

O autocontrole é essencial neste caso, o local de trabalho tem de reconhecer os limites e colocar a empatia a prova. É de extrema importância a disponibilização de um acompanhamento psicológico para cuidar da saúde mental dentro da própria empresa, para instigar o funcionário sobre a importância do descanso e do autocontrole no trabalho.