Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 21/11/2020
Trabalhe o necessário
A partir de um certo ponto da nossa vida, o trabalho vira uma obrigação para a maioria da pessoas. O trabalho é uma atividade que pode ocupar grande parcela do tempo de cada indivíduo e do seu convívio em sociedade. Trabalhar nem sempre pode oferecer realização profissional. Ele pode, ao contrário, provocar problemas, desde insatisfação até exaustão.
Estudos mostram que o desequilíbrio na saúde do profissional pode levá-lo a se ausentar do trabalho (absenteísmo), gerando licenças por auxílio-doença e a necessidade, por parte da organização, de reposição de funcionários, e transferências de novas contratações, de novo treinamento, entre outras despesas. A qualidade dos serviços prestados e o nível de produção são afetados, assim como a lucratividade.
Muitos conhecem a Síndrome de Burnout, mas não conhecem quem deu origem a essa expressão. Quem criou foi Freudenberger, para descrever uma síndrome composta por exaustão, desilusão e isolamento em trabalhadores de saúde mental.
O burnout foi reconhecido como um risco ocupacional para profissões que envolvem cuidados com saúde, educação e serviços humanos. Esses meios de trabalho, por muitas vezes acabam ocupando grande parte do tempo livre, que era pra ser o tempo de lazer.
A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.
Lembre que o trabalho, fornece o lazer, mas nunca deixe o seu lazer virar um trabalho.