Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 23/11/2020

Após a revolução industrial, o mercado de trabalho cresceu de formas extraordinárias, permitindo e obrigando um número maior que a metade da população a adquirir o processo de trabalho contínuo, ou até mesmo de dois empregos.

Ademais, sendo o mal do século, doenças mentais como a sindrome de Burnout, tem se agravado nos últimos anos devido ao excesso de trabalho da massa, afirma a OMS(Organização Mundial da Saúde).

Coaches, ao redor do globo persuadem trabalhadores a tentar um projeto de enriquecer com muito esforço e dedicação ao seu serviço designado, uma influência negativa, que agrava ainda mais a sindrome de Burnout nos dias atuais.

Outrossim, hoje tudo está conectado, sendo assim, a humanidade ainda não está preparada para dividir vida de trabalho, uma vez que seu chefe pode te ligar para pedir alguma coisa a qualquer momento, mesmo que contrarie o próprio contrato e contratado.

Uma forma de combater o estresse diário pós exercer a função é, aprender a dividir melhor a hora e lugar de trabalhar, para o local de lazer. Para quem trabalha em casa, já é habitual, para manter o controle dos próprios hormônios, ter um cômodo para trabalhar, com escrivaninha e notebook, assim acostumando o cérebro a executar aquela determinada função apenas naquele local. Para quem ter que sair do lar para servir de empregado, uma solução é apenas ser contatado nas horas úteis de serviço, ou seja, dentro das oito horas permitidas, pois é bem comum para professores, por exemplo, terem que trabalhar tanto em casa quanto em sala de aula, o que exige demais de uma pessoa.