Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 21/11/2020

Em meio a uma sociedade muito dinâmica e competitiva, a atividades exercidas pelos trabalhadores devem ser dotadas de enorme produtividade, o que gera muita responsabilidade e pressão em cima dos empregados. Tal pressão, quando em excesso, pode acarretar em problemas sociais e de saúde nos empregados, como, por exemplo, a Síndrome de Burnout, causando um grande esgotamento físico e psicológico no acometido.

Primeiramente, em pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 33 milhões de trabalhadores brasileiros são portadores da Síndrome de Burnout. Tal doença causa complicações sérias, como: insônia, esgotamento físico, pressão alta, dores de cabeça , podendo levar até à depressão.

Em segunda análise, além das complicações físicas que essa Síndrome provoca, a vida social do trabalhador sobrecarregado também é devastada, principalmente no âmbito familiar. Um pai que não consegue, por exemplo, ter ânimo para passear com sua família no final de semana, está fadado ao fracasso nas relações familiares, o que pode levar a uma separação, à depressão ou outros traumas futuros.

Portanto, é essencial que as empresas forneçam aos empregados um acompanhamento psicológico, com a finalidade de diagnosticar precocemente um possível acometido pela Burnout, o que facilitaria em um processo de tratamento. Também se faz necessário , que o trabalhador reserve um tempo do seu dia, mesmo que curto, para realizar alguma atividade que lhe forneça prazer, como uma caminhada, passeio com a família, cozinhar, entre outros “hobbies”. Tais medidas são essenciais para a melhor qualidade de vida de todos os empregados, que não máquinas de trabalho em massa.