Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 23/11/2020

Em primeiro lugar, a síndrome de Burnout ou síndrome do esgotamento profissional vem ganhando destaque nos últimos anos. A doença nada mais é do que o excesso de trabalho, podendo acarretar até em depressão, são pessoas que depositam toda energia no trabalho sem dar espaço para outras áreas da sua vida. É necessário autocuidado, dessa forma a pessoa terá qualidade de vida.

A síndrome de Burnout afeta cerca de 33 milhões de brasileiros, afirma OMS. Muitos profissionais sofrem grande pressão causada por uma autocobrança que pode gerar uma competição para superar seus colegas de trabalho. Essa pressão emocional contribui com a doença, podendo acarretar em um esgotamento físico e mental e até mesmo em depressão.

Assim como a autocobrança, existe a cobrança feita pelo chefe do profissional, fazendo grande pressão e levando a pessoa a priorizar a vida profissional do que a pessoal. Sendo assim, há um desgaste devido ao excesso de trabalho, pois a pessoa faz hora extra e trabalha mesmo não estando no local de trabalho, trabalhando em qualquer lugar e a qualquer hora.

Em síntese, é de suma importância que seja exercido um exercício saudável de liderança, ou seja, que o líder saiba identificar quando o profissional está apresentando sinais da doença de modo que ela possa ser evitada e tratada. É importante desacelerar e buscar um equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal. É fundamental que o profissional busque ajuda médica, tal como fazer terapia para cuidar da mente e não só do externo, buscando assim, qualidade de vida e bem-estar.