Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 05/12/2020
O Síndrome de Burnout pode ser conhecida como síndrome do esgotamento profissional, ou seja, o cidadão afetado pela doença sente-se vazio, sem motivação, abandonado e não se acha bom o suficiente. Segundo uma pesquisa da Internacional Stress Management Association (Isma), 33 milhões de pessoas sofrem da Síndrome de Burnout no Brasil. Isso significa 30% dos profissionais brasileiros. Diante desse dado percebe-se o quanto essa doença é preocupante, então é de alta importância acompanhamento médicos para as pessoas com desenvolvimento do transtorno.
Em primeiro plano, essa doença pode ser gerada pela pressão para cumprir metas, cobranças e trabalhos abusivos, que causam exaustão e estresses além do comum no dia a dia. Então consequentemente o indivíduo pode atribuir problemas físicos, como distúrbios de sono, dores musculares, dores de cabeça, entre outros. Além desses, existem sintomas psicológicos como a dificuldade de concentração, alteração do pensamento, depressão, e assim por diante.
Em segundo plano, de acordo com a Rosana Marques diretora da SEG (empresa especializada em Saúde Ocupacional Integrada), afirma que “É muito importante que as empresas fiquem atentas ao bem estar de seus funcionários, pois isso, além de impactar na saúde do colaborador, impacta no desempenho e relacionamento de toda a equipe e, consequentemente, no desenvolvimento da empresa”. Logo, fica evidente que as empresas não oferece um acompanhamento médico aos seus funcionários, nesse sentido, isso pode afetar tanto o indivíduo e os negócios da empresa.
Portanto, medidas devem ser tomadas para o bem estar dos trabalhadores. Logo, o Ministério do Trabalho com a ajuda do departamento de Recursos Humanos, diante de denúncias anônimas feita pela internet e visitas mensais de fiscais e psicológicos nas empresas, para poder observar se as empresas está cometendo abusos psicológicos em seus funcionários.