Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 05/12/2020
Segundo o sociólogo Émile Durkheim, no seu livro “O suicídio “, no qual explica que o suicídio não é um fator pessoal, mas sim social, que aborda todo o contexto da sociedade e não somente o indivíduo. Assim sendo, é válido debater a respeitos das doenças mentais, uma vez que a síndrome de Burnout afeta a mente e posteriormente trás gatilhos suicidas.
Sob esse viés, é imprescindível abordar que a população assalariada sofre com essa questão não somente no quesito profissional, como também no doméstico e familiar numa tentativa de conseguir uma ascenção econômica e social. No entanto, em consequência dessa sobrecarga ocorre o esgotamento mental e o físico. Posto isto, uma pesquisa da ANAMT constatou que 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome de Burnout. Por conseguinte, são afetados com a exaustão emocional, dores de cabeça e musculares. Desta forma, os números de suicídios no Brasil tem crescido absurdamente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), O país está em oitavo lugar dentre os países com maior número de suicídios. Portanto, constata-se uma crise na saúde da população, principalmente no que tange o contexto de saúde mental.
Deste modo, é primordial ações que solucionem essa problemática. À vista disso, o Ministério da Saúde(MS) poderia criar uma rede de apoio emocional, disponibilizando psicólogos aos cidadãos. Em razão disso, o MS cederia palestras educativas e informativas a respeito da crise de Burnout para que a população tenha conhecimento dos sintomas da crise e procure ajuda e o estado esteja preparado profissionalmente para esse momento. Em consequência, o Governo Federal, órgão máximo em território nacional deveria tornar obrigatório a presença de psicólogos na organizações empresariais para que o trabalhador sinta-se amparado, pois assim, reduziria os casos de suicídios e de crises emocionais/mentais.