Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 08/12/2020
Segundo o filósofo Weber “O trabalho dignifico o ser humano, mas o ser humano não deve viver apenas do trabalho”. Conforme as pessoas vão buscando sua enaltação, algumas pessoas passam por constantes esgotamentos físicos e mentais, que são geralmente efeitos da síndrome de Burnout, não aproveitando corretamente a vida. Essa doença é causada pelo excesso de trabalho e é muito nociva a saúde das pessoas e é impulsionada pela ação das mídias sociais.
De acordo com o site de notícias G1, quase metade da população brasileira trabalha pelo menos 3 horas a mais do que o esperado, essa prática impulsiona as chances de as pessoas terem a síndrome de Burnout. Sem dúvidas essa doença é muito perigosa a saúde da população, pois ela pode causar dores de cabeça, insônia, depressão entre outros, afetando a pessoa com o distúrbio assim como as pessoas ao seu redor. Dessa forma as pessoas que sofrem desta doença precisam de tratamentos para que não tenham suas vidas arruinadas
Além disso a tecnologia também impulsiona o contágio da doença, uma vez que nas mídias sociais ocorrem muitos erros de interpretação. Estes mal-entendidos ocorrem pela grande unidimensionalidade da maioria dos meios de comunicação da internet, um exemplo é que nas mídias sociais é difícil demonstrar expressões, assim podendo parecer que todas as mensagens recebidas são cobranças. Logo as pessoas precisam aprender a utilizar as mídias sociais de forma estratégica para evitar a síndrome de Burnout.
Diante do exposto pode-se observar que a síndrome de Burnout é muito perigosa e também é estimulada pela unidimensionalidade da comunicação das mídias sociais. Logo é dever das empresas tratarem esse distúrbio como uma doença nociva e dar tratamentos médicos necessários como psicólogos e psiquiatras assim como repousos de 3 a 5 dias aos adoecidos. Com esses cuidados os pacientes poderão descansar e recompor suas energias de forma a combater a ação desta síndrome.