Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 06/12/2020

Há uma discussão sobre a classificação da Síndrome de Burnout como doença ou não, contudo, esse transtorno pode gerar problemas psicológicos gravíssimos, por exemplo, a depressão e a ansiedade. Essa síndorme, pode ser causada pelo excesso de tarefas atrubuídas a um índividuo juntamente a instabilidade do mercado de trabalho.

O surgimento de novas tecnologias, como os computadores, possibilitou que as pessoas acumulassem tarefas e aumentassem a produção no trabalho, de modo que, há um excesso de atribuições diárias, e muitas vezes os indivíduos não conseguem realiza-las até o fim do expediente, de maneira que, continuam trabalhando em casa, ao invés de descansar. O acúmulo de tarefas pode prejudicar o trabalhador e contribuir para Sindrome de Burnout, visto que, o lazer e o bem-estar são negligenciados, fazendo com que as pessoas sejam obrigadas a conviver com um dos principais problemas ocupacionais: o esgotamento profissional.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o índice de desemprego no Brasil chegou a 13,3%, aproximadamente 12,8 milhões, essa taxa elevada de desempregos desencadeou nas pessoas o medo de perder o emprego, gerando assim, a competitividade ainda maior no mercado de trabalho, consequentemente os individos passam a produzir mais do que conseguem, acarretando doenças psicologicas graves.

Portanto, para a Síndrome de Burnout deixe de ser negligenciada, o Ministério Público do Trabalho, deve combater os serviços com jornadas exaustivas, por intermédio de visitas regulares as empresas, e o Ministério da Saúde deve fornecer acompanhamento psicológico, ambos com o intuíto de promover a valorização da sáude física e mental dos trabalhadores, que passariam a lidar melhor com a competitividade e instabilidade do mercado.