Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 06/12/2020

A sociedade é pressionada por uma doutrina que impõe como prioridade e foco central, o trabalho. Desse modo, os cidadãos se influenciam por essa ideologia errônea e acabam vivendo apenas para o trabalho, se privando de experiências essências, como ao lazer e até mesmo ao descanso, buscando sempre bater as expectativas no setor trabalhista. Assim, por falta de informação não sabem das grandes consequências que esse hábito traz e da importância de um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

Nesse contexto, pode-se evidenciar os valores sociais relacionados ao capital, que é muitas vezes subestimado. Na realidade capitalista que o mundo vivencia hoje, o dinheiro tem um controle soberbo sobre a vida das pessoas, que para se encaixarem nessa sociedade, se submetem a esse domínio, assim se mantem estáveis ​​e podem ter uma posição socialmente. Porém, os esforços não tem o impacto esperado, visto que ao priorizar apenas o trabalho, as consequências surgem afetando a saúde e a vida social.

Além disso, esse tema é muito pouco discutido o que agrava a situação, pois a síndrome de Burnout está se tornando cada vez mais corriqueira. Segundo a Organização Mundial da Saúde," a saúde é o estado de completo  bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença". Então, pode-se afirmar que deve-se a ver um equilíbrio para ter uma vida saudável, e a vida profissional deveria seguir essa ideologia, o que não acontece.

Portanto, uma intervenção se faz necessária para mudar essa doutrina errada que as pessoas seguem. Primeiramente, o Poder Legislativo deve atestar uma nova lei, colocando em prática uma carga horário adequada que não exceda os fins de semana, para que sejam dedicados ao lazer e recriação, ademais para os trabalhos que precisem operar nesses dias,  terão o direito escolher outros dias na semana para uma licença. Logo o esgotamento causado pela vida profissional irá ser resolvido.