Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 08/12/2020

O advento da revolução industrial na Inglaterra, trouxe como consequência negativa ao mundo do trabalhado o esgotamento físico e mental do profissional, com altas cargas horárias e poucas horas de lazer. Nesse contexto, tal realidade só vem se agravando no Brasil hodierno, uma vez que a modernização vem exigindo cada vez mais do trabalhador. Por consequência, tal situação gera a “Síndrome de Burnout” , um problema a ser enfrentado no Brasil que se deve tanto pela pressão que se é colocada no profissional desde cedo, quanto pela carência de suporte físico e mental no campo de trabalho.

Em primeira análise, cabe destacar que a pressão exercida nos jovens desde cedo para ingressarem numa faculdade e num mercado de trabalho extremamente competitivo é um fator que agrava a Síndrome de Burnout. Segundo pesquisas da revista “abril”, 56% dos jovens brasileiros sofrem com estresse durante os estudos. Desse modo, tal realidade reflete no futuro profissional desses jovens, uma vez que acabam sendo pressionados a entrar em uma faculdade ou um curso “promissor” muito cedo, gerando o desgaste físico e mental que todo esse processo acarreta. Portanto, medidas precisam ser tomadas a fim de diminuir o impacto psicológico e físico que a Síndrome de Bournout causa na população brasileira.

Outrossim, a falta de suporte físico e mental acaba por agravar a situação físico e mental dos profissionais  no mercado de trabalho. Dessa forma, psicólogos não são procurados ou disponibilizados à população de maneira acessível. Tal realidade pode ser observado no filme Coringa, onde o protagonista não recebe nenhum suporte em sua profissão sendo negligenciado pelo governo mais tarde, fator que agrava ainda mais sua condição mental. Nesse sentido, no Brasil hodierno tal realidade se repete uma vez que o governo e as empresas privadas não investem em suportes ao profissional. Logo, cabe medidas efetivas que resolvam tal situação.

Diante disso, cabe soluções que minimizem o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional. Consequentemente,  cabe ao Ministério da Saúde criar centros gratuitos de apoio psicológico e físico à todos os trabalhadores por meio dos impostos arrecadados todo ano junto com o apoio de estagiários voluntários, a fim de que a situação ligada à vida profissional seja menos desgastante. Gerando assim, o bem-estar social