Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 07/12/2020

Uma síndrome que não se ouve falar muito, também conhecida como síndrome do esgotamento, um distúrbio psíquico, se referindo ao excesso de trabalho, foi descrita pela primeira vez em 1974 por Freudenberger, um médico americano. Essa síndrome acontece por conta da rotina relacionada ao trabalho que muitos vivem, acordam; tomam café; vão trabalhar; voltam para casa; dormem e repetem tudo de novo nos outros dias, o que não faz nada bem para o psicológico do ser humano. Essa doença pode se manifestar em vários casos, como quando uma pessoa está determinada em impressionar o chefe, ser o melhor em sua área ou até mesmo o medo de ser demitido pode causar a síndrome. Muitos sintomas estão relacionados com essa síndrome, como a incapacidade de se desligar do trabalho, onde a pessoa só pensa em trabalhar para poder melhorar ainda mais em sua área, distanciamento social, que é quando uma pessoa fica tão focada com o trabalho que acaba se isolando socialmente. há também a negação de problemas, onde o medo de perder o emprego se torna maior que a saúde, em muitos casos quando um trabalhador percebe que está com essa síndrome, decide por conta própria esconder o problema por medo de ficar desempregado, acha que ao falar com o chefe ou com o RH do seu trabalho sobre o que está sentindo eles podem ver isso como uma fraqueza e acabar demitindo. Outro problema é a depressão que pode acontecer devido o acúmulo de obrigações, o medo de perder o emprego e a rotina, pessoas na rotina acabam se depreciando por que não fazem nada além de acordar e ir trabalhar e isso pode ser cansativo por fazer as mesmas coisas todos os dias, isso junto com o medo de ficar desempregado e as obrigações acumuladas. Com isso a depressão aumenta, começam aparecer pensamentos ainda mais negativos, podendo levar até o suicidio. Podemos resolver, devemos mostrar para as pessoas que nem tudo é trabalho que elas devem tirar um tempo para o lazer. O ministério do trabalho junto com empresas e outros locais de trabalho devem mostrar para o trabalhador que ele pode informá los de qualquer problema sem o medo de ser demitido e que não devem trabalhar com excesso. Os familiares desses trabalhadores também podem dar esse conselho a eles, devem ficar atentos caso fiquem com algum sintoma dessa síndrome por que algumas vezes os próprios trabalhadores não percebem que estão com ela. Dessa forma poderemos melhorar a vida desses trabalhadores e eles saberão que têm necessidade de trabalhar com excesso e os números de pessoas com essa síndrome diminuíram.