Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 07/12/2020
No limiar do século XXI cresceram os direitos trabalhistas, os sindicatos, movimentos, etc… e evidentemente a classe operaria veio ganhando apoio com tal ato. A questão é que pela existência dessas instituições a pressão do empregador ao empregado cresceu desproporcionalmente. O que ocasiona ao desgaste tanto físico como psicológico do contradado, onde esse problema influencia na sua vida profissional atrapalhando o rendimento tanto para a empresa como para o indíviduo, isso se dá por conta do que o suposto chefe proporciona para ele e tambem ao ambiente de trabalho.
Desse modo, o esforço exercido pelo trabalhador acaba sendo desgastante a ele, envolvendo sua interação com a sociedade. Um grande exemplo sociológicamente falando seria o Movimento Pendular, que é exercido concentrado nas metrópoles, que consiste no operario ser lesado por conta do seu local de origem até o trabalho. Que é um grande problema para sua saúde mental, fora que é evidente que se o indvíduo demora para chegar em seu local de trabalho ele é malvisto e cobrado mais por seu chefe, que convenha-se acreditar que é um estimulo para uma pessíma relação de empregado e empregador, esforço metal e físico exercido pelo contratado, bem estar comprometido causando interferência na produtividade.
Ademais, é frustrante saber que na Reforma Trabalhista de 2019, ocorreu que varias medidas foram proporcionando com que o trabalhador seja exploradao com o que foi mudado na constituição, que parafraseando seriam a legalização da tercerização de empregados, que significa que uma empresa pode terceirizar serviços de outras empresas assim evitando contratos. Outro exemplo seria as férias onde o trabalhador antigamente tinha direito de escolher quanto tempo iria folgar mas com certas limitações, atualmente o trabalhador se quiser dividir os dias de recesso e descanso ele terá que fazer 3 parcelas, na primeira ele tem obrigatóriamente que tirar 14 dias e nas outras ele pode escolher. É perceptível entender que com essas alterações para o Estado o trabalhador é um problema, e que com essas medidas dá de se entender que o empregado é coisificado assim podendo ser encarado como dispensavel ou substituivel.
Portanto, a media para que essa situação possa mudar seria que o Estado, deverá rever a Reforma Trabalhista com o auxilo de ONGs, sindicatos, etc… para uma fiscalização do papel do empregador gerando uma queda nos problemas físicos e psicológicos dos empregados de modo que com a legislação prevendo atos que proporcionem tais prejuízos para a classe operaria, visando os novos direitos constitucionais, com a ultilização de orgãos como o Ministerio do Trabalho e a pauta dos Direitos Humanos, punindo severamente cada infrator.